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Logística Integrada

Pela definição do Council of Logistics Management, Logística é a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semiacabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes.

O seu objetivo central é de entregar o pedido no momento e no local certo, na quantidade e na qualidade certa. Missão: equilibrar as expectativas de serviços e os gastos de modo a alcançar os objetivos estratégicos do negócio (raramente o custo total mais baixo ou o melhor serviço é a melhor estratégia). Deve-se fazer trade-offs de custo-serviço.

A evolução da logística ao longo do tempo:

  • Antes de 1950: puramente funcional. Não existia a teoria da logística integrada. Com uma fraca tecnologia da informação à disposição, não existia possibilidade de integração;
  • Entre 1950 e 1970: aumentar o lucro através da redução de custos. Um maior custo de transporte era sempre mal visto, mesmo que melhorasse o nível de serviço ao cliente;
  • Atualmente: relativamente inexplorada em termos de aumento de produtividade. Pressão por lucros e tecnologia, levou à logística integrada. Impulsionadores da mudança: movimentos da qualidade, revolução da informática e desenvolvimento de parcerias e alianças estratégicas para reduzir a duplicação e o desperdício.

Cadeia de Suprimentos
Segundo a APICS (American Production Inventory and Control Society): são processos que envolvem fornecedores e clientes e ligam empresas desde a fonte inicial de matéria-prima até o ponto de consumo do produto acabado. São os processos internos e externos as empresas que garantem que a cadeia de valor possa fazer e providenciar produtos e serviços aos clientes.

Já para o Supply Chain Council: "uma cadeia de suprimentos abrange todos os esforços envolvidos na produção e liberação de um produto final, desde o fornecedor primário – localizado mais a esquerda da cadeia - até o cliente final – localizado mais a direita da cadeia. Quatro processos básicos definem esses esforços; que são, na seqüência: o Planejar (Plan), o Abastecer (source), o Fazer (make) e o Entregar (deliver)".

Daí, se pode dizer de maneira mais informal que a cadeia de suprimentos é: uma rede complexa que abrange não só a entrega do produto, mas o seu planejamento, fabricação, abastecimento e entrega delimitada pelo fornecedor primário (o fornecedor mais a esquerda, à montante da cadeia) e o último cliente (o consumidor final, o cliente mais a jusante da cadeia).


Figura 1: exemplo de uma cadeia de suprimentos de artigos domésticos de plástico.

Características da cadeia de suprimentos:

  • Fluxo de materiais: ocorre da montante pra jusante, chegando no consumidor final;
  • Fluxo de informações: ocorre no sentido inverso do de materiais;
  • Densidade monetária: o valor agregado vai aumentando ao longo da cadeia e a quantidade de material diminuindo, aumentando assim o valor do produto por quilo. Essa característica é bastante importante, deixarei para comentá-la no segundo relatório.

Agentes da Cadeia de Suprimentos:
Fornecedores: de quem se adquirem materiais e componentes. Aqui se pode perceber a importância da atividade logística no desenvolvimento dos fornecedores, uma atividade de fundamental importância, a exemplo do que estão fazendo as montadoras de automóveis, colocando os seus principais fornecedores dentro do seu parque fabril.

Clientes: são os recebedores daquilo que é fornecido pelo produtor. Observe que no conceito de cadeia de suprimentos, uma empresa é cliente de um fornecedor e fornecedora de um cliente. Esse elo vai se repetindo até se atingir o consumidor final.

Operador Logístico: empresa especializada em movimentar, armazenar, transportar, processar pedidos e controlar estoques, entre outras coisas. Na verdade, o operador logístico envolve armazém e transporte. Quando essas funções são executadas pela mesma organização tem-se um operador logístico integrado. Entretanto, é comum encontrar empresas responsáveis apenas pelo armazenamento e outras responsáveis pelo transporte.

Varejista: como comércio varejista considera-se a atividade comercial estabelecida com 51%, ou mais, das vendas destinadas a consumidores finais, ou seja, aqui enquadram-se por exemplo supermercados.

Consumidor final: não agrega valor ao produto. É aquele que efetivamente consome o produto, que foi fabricado para esta pessoa, é o ponto final da cadeia logística, e é também a razão para que todo o ciclo exista, com todas as suas etapas.

Observação: Ford mostrou que é impossível ser auto-suficiente. Os colaboradores podem realizar tarefas com menos custos e maior qualidade. Concentre-se na sua atividade principal (core business) e mantenha bons relacionamentos com os fornecedores e na cadeia de distribuição.

Canal de Distribuição
Canal de Distribuição é o meio pelo qual ocorre a transferência de propriedade (transporte) dos produtos e serviços. É um meio dinâmico, que muda a cada fase do produto ou com a mudança de estratégia da empresa. Nem todos os membros do canal tem os mesmos interesses. Participante primário: responsável pela manutenção de estoques e assume os riscos inerentes (fabricantes, atacadistas, varejistas). Participante Especializado: presta serviços essenciais aos participantes primários. Podem ser funcionais (transporte, armazenagem, montagem, comercialização) ou de Apoio (finanças, informação, seguro...) [especialização e alianças].

Visão ampla dos custos de cada decisão ao longo do canal de distribuição: pelo conceito da logística integrada, ao se projetar uma rede ou fazer qualquer mudança nela, deve-se observar o impacto da mudança ao longo de toda e cadeia e não apenas localmente. Por exemplo, um produtor pode alterar o tipo e o tamanho da embalagem para reduzir se custo unitário de fabricação em 50 centavos. Entretanto, a essa embalagem se rasga com facilidade e requer cuidado no carregamento e descarregamento dos caminhões, aumentado o tempo de descarga e consequentemente o custo de transporte em 20 centavos por unidade. Além disso, além disso, a embalagem não pode ser estocada ao ar livre, requerendo um local especial para o armazenamento, aumentando o custo do mesmo em 40 centavos por unidade. Resumindo, olhando na visão micro, o produtor ganhou 50 centavos, entretanto, ao analisar a variação do custo total ao longo da cadeia, o produtor vai perder 10 centavos por unidade. Essa abordagem macro é o que diferencia a logística integrada.

Planejamento da Rede Logística
Valor agregado: um dos primeiros fatores a levar em consideração na hora de se planejar uma cadeia de suprimentos é o valor agregado. Dependendo se o produto tem alto ou baixo valor é que se poderá utilizar tecnologias logísticas ou não. Por exemplo, não compensa colocar etiquetas de radiofreqüência em uma caixa de uvas, contudo, a mesma etiqueta é muito útil no controle de estoques de livros e até mesmo para evitar roubo. Uma outra conseqüência resultante do valor agregado é a escolha da forma que se faz a comunicação: se o produto for de alto valor agregado, pode-se investir em comunicação via satélite, rádio, Internet, bluetooth, etc. Contudo há casos que um simples telefone interurbano já se torna caro para o custo final do produto.

Módulos: uma das maneiras mais modernas de se produzir, principalmente no ramo aeronáutico e automobilístico é de se produzir em módulos, ou seja, cada unidade industrial faz uma parte do produto e depois se monta tudo. O exemplo mais famoso no qual isso ocorre é na fabricação do avião Airbus A-380 cujas peças são produzidas nos Estados Unidos e Alemanha e montadas no interior da França. E ainda, tudo isso ao ritmo de 1 avião por dia! Essa técnica de produção por módulos é utilizada também pela Volkswagen em suas novas unidades industriais, nas quais os fornecedores possuem submontadoras perto da fábrica e vão fornecendo os componentes semi-montados. A conclusão que podemos tirar de tudo isso é que o que vale no final das contas é o custo! Não importa se você vai comprar do vizinho ou do Japão, o que importa é em qual dos dois casos o produto que você quer comprar vai chegar mais barato, na quantidade certa e no momento exato.

A Logística é Baseada no Tempo: uma maior rapidez na entrega pode reduzir os recursos financeiros em operação, acelerar a rotação de estoque e reduzir as incertezas de previsão de demanda. Reduz o custo total com faturamentos mais rápidos e com descontos. Utiliza os princípios de Postergação e Consolidação.

Perguntas relevantes no momento de se criar uma cadeia:

  • Fornecedor: onde produzir? Onde montar? Quanto e quando produzir?
  • Montadora: onde comprar matéria-prima e componentes?
  • Operador Logístico: qual o modal? Como armazenar? Como distribuir?
  • Armazém: que quantidade enviar? Que tipo de embalagem utilizar?
  • Consumidor final: quais mercados participarão do meu alvo? Que tipo de serviço prestar? Qual o nível de serviço que se deve utilizar?

Princípios para o planejamento logístico
Compensação de Custos e Nível de Serviço: escolher o nível ótimo de acordo com a estratégia. O serviço deve ser além do básico para gerar valor agregado. Os clientes estão cada vez mais exigentes. Pedido perfeito. Deve-se oferecer níveis de serviços diferenciados para clientes diferentes.

O nível de serviço pode ser avaliado por 3 fatores:

  • Disponibilidade: conseguida através de estoques de antecipação à venda. Freqüência de falta de estoques: quantas vezes faltou o produto em estoque. Índice de disponibilidade: do pedido de 50, só 47 estão disponíveis: id = 94%. Expedição de pedidos completos: aumentam a probabilidade de pedidos perfeitos;
  • Desempenho Operacional: Velocidade: tempo de processamento do pedido e entrega. Consistência: capacidade de executar o pedido dentro do prazo estabelecido. Flexibilidade: mudanças na composição do pedido, prazo, local, etc. Falhas e recuperação: retirada de produtos, devolução...;
  • Confiabilidade: capacidade de manter a disponibilidade e o desempenho conforme planejados.

Estratégias de Distribuição Baseada no Ciclo de Vida
Introdução: aposta na grande disponibilidade e suprimento rápido pois a incerteza é alta em relação às vendas. Crescimento: redução dos custos, melhor relação custo-serviço. Maturidade: há grande complexidade logística, necessidade de um alto nível de serviço, suprimento por múltiplos canais. Declínio: deve haver uma redução dos riscos.

Localização
Uma tomada de decisão bastante comum no dia-a-dia empresarial é onde deverá ser construída uma empresa nova, ou em que local deve-se adicionar uma nova unidade. Para onde expandir a instalação já existente quando o terreno atual não permite ampliações? É vantajoso transferir uma unidade para um novo local para receber incentivos fiscais? A questão da localização é mesmo muito importante, veja abaixo alguns fatores que devem ser ponderados no momento da decisao:

Fatores Relevantes na Escolha da Localização:

  • Matéria-Prima: a localização deve ser feita próxima ao mercado fornecedor quando: a matéria-prima é perecível (pescado), peso do produto final /peso dos insumos muito inferior a 1 (extração mineral, fábrica de cimento), redução das distâncias fábrica-fornecedor;
  • Mão-de-Obra: cultura local, grau de instrução da população, poder dos sindicatos, transferências dos empregados de um local para o outro pode gerar insatisfações, percentual da população ativa local que vai trabalhar na empresa (algumas empresas não escolhem locais cuja população ativa seja inferior a 10 vezes o número de empregados da fábrica);
  • Água e Energia: os preços de água e energia não variam muito dentro de um mesmo país, no entanto, pode haver problemas com disponibilidade. Já em localizações internacionais, o Brasil dispões de muita água doce, mas pouca energia elétrica. Já em algumas regiões da Ásia e da África, a água é escassa, e em alguns países como o Japão, a água é muito cara. (indústria de alumínio, papel, indústria química);
  • Mercado Consumidor: são geralmente os serviços (públicos e privados), pois é necessário estar perto do cliente quando este não quer ou não pode se deslocar até o atendimento. No caso de produtos que possam ser enviados, é necessário ver a rapidez da entrega que o cliente deseja. (supermercado, delegacia, hospital);
  • Comunidade: serve como um fator de eliminação. (poluição ambiental, ruído, residências, incentivos fiscais e impostos, segurança, serviços de bombeiros, código de obras local, custo do terreno, facilidade de acesso...);

Métodos Para Escolha da Localização

Ponderação Qualitativa:


Figura 2: Ponderação Qualitativa.

Análise Dimensional: Soma(Fator[i1]/Fator[i2])Peso(i). Escolhe-se o local 1 se a soma for maior que 1, ou o local 2 caso contrário. (Semelhante a ponderação qualitativa)

Análise dos Custos Fixos e Variáveis: escolha do local com menor ponto de equilíbrio ou com maior lucro operacional.

Centro de Gravidade: a localização será o centro de massa, calculado utilizando-se as coordenadas (x,y) e demanda (massa). Utilizada para escolher uma localização dentro de um mercado já existente. Escolhe o menor custo de transporte (considerado proporcional à distância.). Aplicado por exemplo, no recolhimento de lixo.

Mediana: hipótese: as cargas movem-se apenas por caminhos verticais e horizontais. O valor da coordenada x é igual ao primeiro centro consumidor cuja demanda acumulada ultrapassar a mediana. O mesmo procedimento é realizado para a coordenada y.

Pesquisa Operacional: problema clássico dos transportes. Obtém-se o mínimo custo mas com uma maior complexidade.

Modelo Ardalan para Localização de Serviços: multiplica-se distância, população e peso em cada linha. Soma-se as colunas. O menor valor é a 1ª localização escolhida. Caso for necessário uma outra localização, apaga-se a linha e a coluna referente ao local escolhido e substitui as algumas valores que são menores caso se dirija para o 1º local. Ex, para ir de B1 a B2, gasta-se 144.000, mas de B1 a B3, apenas 84.000. Então trocamos o valor de 144.000 por 84.000.

Localização de Unidades de Emergência: escolhe-se o local com a mínima distância máxima (ou tempo máximo se disponível.)

Postergação e Consolidação

Postergação: meio de reduzir o risco de uma estratégia de antecipação. A idéia é postergar o envio ou a produção do produto até momento do recebimento de um pedido, eliminando o risco da composição incorreta dos estoques.

Postergação de Produção: conseguir flexibilidade sem prejudicar a eficiência. Fabrica-se o produto básico, deixando o acabamento/personalização para o momento em que é feito o pedido: misturador de tintas no ponto de venda. Benefícios: reduz a variedade de produtos movidos antecipadamente à venda e uso de instalações logísticas para realizar a personalização ou a montagem final.

Postergação Logística: mantém a produção em escala, postergando apenas a distribuição. Ex. peças de reposição de alto custo, são mantidas em um estoque central para serem distribuídas quando ocorrer a solicitação. Esta modalidade substitui a alocação antecipado do estoque para depósitos próximos do mercado local por um rápido processamento de pedido e entrega.

Consolidação: economia de transporte através de grandes cargas. É necessária uma informação segura sobre as quantidades em estoque e do estoque planejado.

Consolidação por Área de Mercado: envia a mercadoria para uma determinada área de mercado e lá, a carga é separada e entregada aos clientes.

Consolidação por Entrega Programada: limitar a entrega a dias específicos. Ex. recolhimento do lixo reciclado. Pode entrar em conflito com a tendência de prazos de entrega especificados pelo cliente.

Consolidação por Entrega Associada: no caso de um grande agente expedidor (armazém público), fazem a consolidação de cargas para vários embarcadores que atendem à mesma área de mercado.

Sortimento
Separação de uma combinação de produtos pro cliente.

Concentração: agrupamento de uma grande quantidade de um único produto ou de vários produtos diferentes com a finalidade de expedição em conjunto.(O cliente faz um único pedido no centro de consolidação, em vez de fazer vários pedidos, um em cada local de produção.). Objetivo: reduzir o número total de transações.

Customização: separar os itens consolidados e agrupar de acordo com o pedido do cliente. O cliente ganha na redução de custos gerada pela consolidação.

Termos Utilizados na Logística
Código de Barras: é um padrão para representar números e caracteres através de um conjunto de barras paralelas de diferentes larguras que podem ser lidas por uma máquina de leitura óptica. Através de um processo de leitura automatizado simples de usar e relativamente barato. Por isso é bem mais usado que as outras formas de identificação automática. A única tecnologia atual que ameaça o código de barras é a leitura por radiofreqüência, mas a mesma ainda é muito cara para ser aplicada em produtos de baixo valor agregado.

O código de barras pode ser utilizado para acompanhamento de toda a movimentação de cargas desde a saída da linha de produção até a entrega na casa do consumidor final ou no local de revenda. O código de barras permitiu a automatização de centrais de distribuição, reduzindo os custos de pedido, permitindo assim pedidos em lotes menores e até mesmo individuais.

O código de barras agilizou o sistema logístico desde os mais complexos até os mais simples. Por exemplo, ele diminui em até 30% o tempo de atendimento ao consumidor no caixa. Dispensa o processo de reetiquetação quando os preços sofrem alterações. O código de barras ainda possui algumas limitações as quais estão abrindo um espaço para o uso da radiofreqüência. O código de barras pode sofrer danos durante o transporte impedindo a sua leitura, a leitura só é realizada no sentido do código de barras e de perto, pode ocorrer erros de leitura, o código de barras tem que estar visível para ser lido, o código de barras pode prejudicar a estética do produto.

RFID – Etiquetas de Identificação por Radiofreqüência: é uma evolução dão código de barras. Sua vantagem está na tecnologia da radio freqüência, que, ao contrário do infravermelho utilizado pelos leitores de código de barras, não precisa ter o contato visual do leitor com a etiqueta para se realizar a leitura. Entre suas vantagens, destacamos: Eliminação de fios e cabos ; Redução de custos de instalação e manutenção; Portabilidade ; Velocidade na coleta e transmissão de dados ; Minimização dos riscos de perdas de dados; Disponibilização rápida de informações para o usuário; Redução de custos de coleta de dados; Maior precisão. A sua grande desvantagem é o alto custo (cerca de um dólar por unidade) o que inviabiliza seu uso em produtos de baixo valor agregado.

Etiquetas Inteligentes: são uma extensão do código de barras, onde em vez de se identificar um grupo de produtos, se identifica um único produto por código. Assim, não é necessário sacrificar um lote inteiro em caso de alguma contaminação detectada, não é necessário fazer recall de todos os carros, mas apenas os produzidos com aquelas características específicas num determinado intervalo de tempo e várias outras utilidades.

WMS (Warehouse Management Systems): são softwares que têm como objetivo melhorar as operações do armazém através do eficiente gerenciamento de informações e conclusão das tarefas, com um alto nível de controle e acurácia do inventário. Utiliza as informações para suportar os processos de recebimento, inspeção, armazenagem, separação, embalagem, manuseio, controle e expedição de mercadorias da forma mais eficiente possível. Esta eficiência é obtida através do planejamento, execução e controle de várias tarefas simultâneas dos diversos processos do armazém. Pode utilizar tecnologias como códigos de barra, coletores de dados (muitas vezes em tempo real, através de rádio freqüência), etiquetas inteligentes, entre outros.

TMS (Transport Manegement System): são softwares especializados na gestão de transporte. Tais produtos tornaram-se necessários devido ao aumento da complexidade de gestão de frota, principalmente no que se refere à organizações que possuem frotas numerosas e com vários tipos de veículos. Outro fator que os fazem necessários para as organizações, é a necessidade de se conter cada vez mais os custos referentes a manutenção da frota, além de propiciar indicadores confiáveis de desempenho. Alguns controles oferecidos por estes programas são: controle de Manutenções preventivas, gestão do almoxarifado de peças, controle de horas trabalhadas pelos mecânicos (feito por cada veículo trabalhado), melhoria no processo de compra, controle eficiente das garantias dos fornecedores, controle de peças e pneus e efetivo controle dos insumos aplicados, identificando suas reaplicações.

 

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