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Organismo ISO

Criado em 1946 em Londres, mas só passou a funcionar oficialmente em 23/02/1947, com sede em Geneva, na Suíça. A 1ª norma foi editada em 1951 "Temperatura normal de referência para medidas industriais". Mais de 500 mil empresas em mais de 151 Países são certificadas pela ISO.

ISO não é a abreviação de International Organization for Standardization, pois se assim fosse, a sigla poderia mudar conforme a língua oficial do país. Por isso, foi estabelecido que a sigla ISO vem do grego ISOS (igual).

A série de normas ISO não pode ser adaptada, tem de ser utilizada integralmente para garantir uma padronização. As normas brasileiras são precedidas de NBR. Ex: NBR ISO 9001. Suas língüas oficiais são: Inglês, Francês e Russo (Época da Guerra Fria). Site Oficial: http://www.iso.org

Principais Objetivos da Organização ISO:

  • Favorecer o desenvolvimento da normalização e das atividades conexas no mundo;
  • Facilitar o comércio de bens e serviços entre os países;
  • Desenvolver a cooperação nas áreas intelectual, científica, técnica e econômica.

Principais Áreas das Normas ISO:

  • Produto;
  • Acreditação de laboratórios que testam produtos e métodos (ISO 25,38,43,45,49);
  • Meio Ambiente (Série ISO 14000);
  • Garantia da Qualidade e Gestão da Qualidade (Série ISO 9000).

ISO 9000

Histórico do ISO 9000:

  • Exércitos (pós guerra) e empresas, cada um tinha as suas normas;
  • Em 1979, as normas passaram a ser nacionais, cada país tinha a sua, mas mesmo assim era difícil de uma fábrica exportar para vários países um mesmo produto que atendesse a todas as normas;
  • 1987: Série ISO9000 para resolver a garantia da qualidade.

Objetivos da Série ISO 9000:1987

  • Servir de referência mundial para as empresas que querem ter um sistema de qualidade e da garantia da qualidade;
  • Servir de referência em situações contratuais;
  • Servir para certificação por terceira parte (auditor).

Série ISO 9000:1994
Composta das seguintes normas: ISO8402 – Terminologia; ISO9000 e suas partes : conselho para seleção e uso; ISO9000-1: explica a utilidade das outras normas da série; ISO9000-2: diretrizes para a aplicação das normas; ISO9001/9002/9003; ISO9000-3: aplicação da norma ISO9001 para softwares; ISO9001: modelo para a garantia da qualidade, para conformidade às exigências específicas durante as atividades de projeto, desenvolvimento, produção, instalação e serviços associados; ISO9002: modelo para a garantia da qualidade e conformidade às exigências específicas durante a produção, instalação e serviços associados; ISO9003: modelo para a garantia da qualidade, para conformidade durante inspeção e ensaios finais; ISO9004 e suas partes: gestão da qualidade total; ISO9004-1: aplicação dos conceitos relativos à gestão da qualidade; ISO9004-2: gestão da qualidade em serviços; ISO9004-3: processos contínuos; ISO9004-4: melhoria na qualidade; ISO9004-5: planos da qualidade; ISO9004-6: garantia da qualidade em projetos; ISO9004-7: gestão da configuração; ISO9004-8: princípios da qualidade e suas aplicações às práticas de gestão; ISO9011: diretrizes para auditoria e habilidades dos auditores.

Certificação: certificado emitido por uma terceira parte (não é nem o cliente nem o fornecedor). O certificado diz que o sistema de garantia da qualidade adotado pela empresa corresponde aos requerimentos da norma escolhida (ISO19001,2,3)

ISO 9000:2000
Um dos fatores críticos para implementação eficaz de um Sistema de Gestão da Qualidade baseado nos requisitos da norma ISO9001:2000 consiste em compreender o foco no cliente e a melhoria contínua. Isto é uma das principais dificuldades que a alta direção das empresas encontram, pois em muitas empresas ainda não se sabe como o foco no cliente pode auxiliar e também não se conhece os mecanismos para avaliar se a melhoria contínua foi obtida.

No caso da série de normas ISO9000:2000, foi desenvolvido um par consistente de normas: a norma ISO9001 e 9004 que, juntas, auxiliam as empresas com modelos para gestão e garantia de qualidade. No entanto, o TC176 verificou a necessidade de uma terceira norma, que junto com as duas forma o "trio harmonioso" para Sistema de Gestão da Qualidade: a norma ISO9000 – "Sistema de Gestão da Qualidade – fundamentos e vocabulário". Essa norma apresente respostas para os "porquês", "como" e "os quês" referentes à implementação, ao uso, à manutenção e à melhoria do Sistema de Gestão da Qualidade.

Na subseção 01 – Introdução – Generalidades, a norma ISO900:2000 declara as funções e relações do "trio harmonioso" (ver na norma). O TC176, responsável pela série iso9000, consiste de 3 subcomitês. STC1 "conceitos e terminologia" é o responsável pelo desenvolvimento da norma ISO9000:2000. A contribuição desse para as revisões da série foi criar uma única norma que fizesse o seguinte:

  • Substituir a norma ISO8402:1994 e parte da norma ISO9000-1;
  • Elaborar um conjunto de definições que servisse para o "duo coerente";
  • Eliminar a distância e desvinculação que havia entre a ISO8402 e as normas ISO9001,2,3.

Assim, o STC1 procurou trabalhar de maneira a acompanhar o trabalho do WG18 (working group) do STC2, que é o responsável pelo "par consistente". Desse jeito foi possível ao STC1 e ao WG18 coordenar os três documentos (normas) e resolver os conflitos referentes as divergências entre definições adotadas nas normas. Com isso, as definições são aceitáveis tanto para a ISO9001 quanto para a iso9004. Adotou-se o sistema de notas no texto, para diferenciar o objetivo e o campo de aplicação da norma ISO 9001 para o da ISO 9004:2000.

A norma ISO 9000:2000 consiste do seguinte: Introdução; Seção 1, objetivo e campo de aplicação; Seção 2, fundamentos do Sistema de Gestão da Qualidade; Seção 3, Termos e Definições; Anexo A, metodologia utilizada no desenvolvimento do vocabulário.

ISO 14000
A norma se aplica a qualquer organização que deseje: implantar, manter e aprimorar um SGA; assegurar-se do atendimento à sua política ambiental; demonstrar tal conformidade a terceiros; buscar certificação de seu SGA por uma empresa externa; Realizar auto-avaliação e emitir declaração de conformidade à norma.

Estrutura 14000:1996:

  • 14001: SGA - especificação e diretrizes para o uso;
  • 14004: SGA - diretrizes gerais sobre princípios, sistemas e técnicas de apoio;
  • 14010: Diretrizes para auditoria ambiental - Diretrizes gerais;
  • 14011: Diretrizes para auditoria ambiental - Procedimentos de auditoria;
  • 14012: Diretrizes para auditoria ambiental - Critérios de qualificação para auditores ambientais.

Estrutura 14000:2004:

  • 14001: SGA - especificação e diretrizes para o uso;
  • 14004: SGA - diretrizes gerais sobre princípios, sistemas e técnicas de apoio;
  • 19011: Diretrizes para auditorias de sistema de gestão da qualidade e/ou ambiental;
  • tem q ser implementada integralmente e em todos os setores! (Não só no processo produtivo, mas em todos os setores de verdade);
  • objetivo: racionalização da utilização dos recursos. (Não é poluir menos como muita gente pensa);
  • Redução dos custos = motivo do sucesso. (as empresas adotam pra terem mais lucros e não por serem boazinhas);
  • pode-se utilizar outros modelos de qualidade ambiental, mas só esse é certificado para exportar e receber empréstimos;
  • Envolve todas as partes interessadas, pois o meio-ambiente pertence a todos;
  • Semelhança com a ISO9000: abordagem de processo, aplicabilidade, política, termos genéricos;
  • A norma só assegura que a empresa está cumprindo as leis. Não assegura que ela não faz mal ao meio-ambiente.

Passivo ambiental (resíduos tóxicos): está começando a ser incorporado à contabilidade; O SGA tenta minimizar esse passivo e racionalizar a utilização dos recursos (= maior lucro)

Dificuldade do Protocolo de Kyoto: as metas são para os países e não para as empresas. Criando-se um problema na hora de se fazer o rateio das metais entre todas as empresas do país.

Princípios da série ISO 14000:

  • Comprometimento e política;
  • Planejamento de acordo com às normas e leis locais;
  • Implementação: treinamento, documentação, elaboração de planos de emergência...;
  • Medição e avaliação: monitoramento e registros dos impactos ambientais;
  • Análise crítica e melhoria.

Perguntas Freqüentes sobre a ISO

Who pays for ISO?: ISO's national members pay subscriptions that meet the operational cost of ISO's Central Secretariat. The dues paid by each member are in proportion to the country's GNP and trade figures. Another source of revenue is the sale of standards, which covers 30% of the budget. However, the operations of the central office represent only about one fifth of the cost of the system's operation. The main costs are borne by the organizations which manage the specific projects or loan experts to participate in the technical work. These organizations are, in effect, subsidizing the technical work by paying the travel costs of the experts and allowing them time to work on their ISO assignments

What is ISO's relation to governments? ISO is a non-governmental organization (NGO). Therefore, unlike the United Nations, the national members of ISO are not delegations of the governments of those countries. As far as those national members are concerned, some are wholly private sector in origin, others are private sector organizations but have a special mandate from their governments on matters related to standardization, while still others are part of the governmental framework of their countries. In addition, government experts often participate in ISO's standards' development work. So, while ISO is an NGO, it receives input from the public sector as it does from the private sector.

The hallmarks of the ISO brand:
Equal footing: Every participating ISO member institute (full members) has the right to take part in the development of any standard which it judges to be important to its country's economy. No matter what the size or strength of that economy, each participating member in ISO has one vote. ISO's activities are thus carried out in a democratic framework where each country is on an equal footing to influence the direction of ISO's work at the strategic level, as well as the technical content of its individual standards.

Voluntary: ISO standards are voluntary. As a non-governmental organization, ISO has no legal authority to enforce their implementation. A certain percentage of ISO standards - mainly those concerned with health, safety or the environment - has been adopted in some countries as part of their regulatory framework, or is referred to in legislation for which it serves as the technical basis. Such adoptions are sovereign decisions by the regulatory authorities or governments of the countries concerned; ISO itself does not regulate or legislate. However, although ISO standards are voluntary, they may become a market requirement, as has happened in the case of ISO 9000 quality management systems, or of dimensions of freight containers and bank cards.

Market-driven: ISO develops only those standards for which there is a market requirement. The work is carried out by experts from the industrial, technical and business sectors which have asked for the standards, and which subsequently put them to use. These experts may be joined by others with relevant knowledge, such as representatives of government agencies, consumer organizations, academia and testing laboratories.

Consensus: although ISO standards are voluntary, the fact that they are developed in response to market demand, and are based on consensus among the interested parties, ensures widespread applicability of the standards. Consensus, like technology, evolves and ISO takes account both of evolving technology and of evolving interests by requiring a review of its standards at least every five years to decide whether they should be maintained, updated or withdrawn. In this way, ISO standards retain their position as the state of the art, as agreed by an international cross-section of experts in the field.

Worldwide: ISO standards are technical agreements which provide the framework for compatible technology worldwide. Developing technical consensus on this international scale is a major operation. In all, there are some 3 000 ISO technical groups (technical committees, subcommittees, working groups etc.) in which some 50 000 experts participate annually to develop ISO standards. An ISO standard can be anything from a four-page document to one several hundred pages' long.

Sistemas Integrados de Gestão
Normalmente, as empresas que já possuem um SGQ Certificado ISO9001, buscam integrar ao sistema de gestão existente requisitos, processos, políticas e procedimentos (entre outros) de um sistema de gestão Ambiental(SGA). A série de normas ISO 14000 pode auxiliar as empresas na implementação e manutenção de um SGA, analogamente à série ISO 9000 para SGQ.

Os objetivos da norma ISO 14001 é auxiliar as empresas na gestão dos aspectos ambientais de seus processos, produtos e/ou serviços, possibilitando a gestão dos impactos ambientais resultantes. Um dos principais conceitos da norma é o comprometimento com a melhoria contínua, o qual requer que a organização do trabalho continuamente com o objetivo de melhorar o deu SGA e, assim, reduzir os impactos ambientais negativos, aumentando, ao mesmo tempo, os impactos positivos.

A série publicada em 96 e agora com nova versão republicada em 2004 estabelece requisitos genéricos para SGA's aplicáveis a todo tipo de organização.

Pode-se utilizar o ciclo PDCA para implementar um SGA ou SGQ ou ambos como um sistema integrado de gestão ambiental (SIG):

  • Documentar os processos relacionado com o SG e planejar as alterações para assegurar sua conformidade com os requisitos da norma ISO 9001 e/ou ISO 14001 (escrever o que faz);
  • Utilizar um SG(Q, A ou I) já documentado conforme pretendido (fazer o que escreve);
  • Verificar se o SG está em conformidade com os requisitos da norma, refletir sobre a maneira como os processos estão vendo conduzidos e assegurar o atendimento efetivo às especificações do cliente (no caso da ISO 9001);
  • Fazer alterações necessárias no SG, baseando-se naquilo que foi encontrado ao se fazer a verificação do sistema (passo anterior), para detectar as não conformidades (e corrigi-las) e assegurar que o SG está sendo utilizado conforme pretendido para melhorar o sistema SG (Q, A ou I) no modelo da norma ISO 14001, a alta administração é responsável por definir a versão por meio de política ambiental.

A norma estabelece para essa política alguns requisitos:

  • Comprometimento com a melhoria contínua, conformidade com os requisitos legais e com outros requisitos de prevenção da poluição. (CPRH);
  • Estabelecimento de uma estrutura para a implantação e análise crítica dos objetivos e metas ambientais;
  • Comunicação da política a todos os funcionários;
  • Disponibilidade da política ao público.

Estratégias para manter os sistemas de gestão nas empresas:
Sistemas paralelos: decorrente da implantação de 2 ou 3 sistemas de gestão sem relacionar um com o outro, criando redundâncias e cargas desnecessárias. Cada parte é independente da outra. Deve-se unir os sistemas para evitar a existência de diferentes procedimentos para a mesma atividade.

Atividades redundantes necessitam de esforços desnecessários e aumentam o custo de manutenção do sistema. Pior ainda, atrapalha o operário, causando erros de procedimento. Representantes da administração, programas de treinamento, conjunto de documentos, programa de auditoria interna, controle de procedimento para não conformidades, programa de ações corretivas e preventivas, reuniões para análise crítica pela direção, programa de controle de documentos e dados, instruções de trabalho, sistemas de registro e sistema de calibração são alguns dos pontos que podem ser redundantes.

Sistemas Fundidos: compartilham apenas o que há em comum. As outras partes continuam independentes. Algumas partes em comum são: sistemas de registros de programas de treinamentos (mas o treinamento é feito em separado), programa de controle de documentos e dados, sistema de calibração e sistema de gestão de registros. Contudo, a empresa continuará tendo representantes da administração, programas de treinamento, conjunto de documentos, programa de auditoria interna, controle de procedimento para não conformidades, programa de ações corretivas e preventivas e reuniões para análise crítica pela direção independentes para cada sistema de gestão. Um outro problema comum é saber onde um sistema termina e quando o outro começa.

Sistemas Totalmente Integrados: sistema homogêneo que se adapta às normas ISO9001, ISO14001 e CHSHS18001 simultaneamente. Desenvolver a documentação do SIG é um dos grandes desafios da implementação do SIG. Os elementos relativos aos requisitos de cada uma das normas que não forem comum, tornam-se procedimentos independentes. Além disso, todos os elementos devem estar claramente definidos no manual. Há um impacto causado na auditoria e a empresa deve saber lidar com isso.

O desenvolvimento do SIG nas empresas vem para torná-las mais competitivas, através (principalmente) de uma redução significativa de custos e para satisfazer da melhor maneira possível as cinco partes interessadas (acionistas, clientes, comunidade, funcionários e fornecedores). Dada redução de custo é obtida via a eliminação de atividades redundantes (as quais ocorriam em SG em paralelo ou em fundidos) como: redundância de treinamentos (redução do tempo); registro de dados; auditorias; manuais; controle de documentos e de dados; análises; monitoramento e medição; entre outras atividades em comum entre os SG’s. De acordo com Beechner, a série ISO 9000 é tão semelhante com a série ISO 14000 que pedem por uma integração. Além de redução dos custos, o SIG facilita o gerenciamento das atividades (como auditoria interna, externa ...), tornando a organização usuária cada vez mais competitiva.

Geralmente o desenvolvimento de SIG, começa a partir da certificação em um dos SG’s (SGA, SGQ, SGS), o qual deverá ter função estratégica para empresa (é o mais importante), ou seja, empresas que estão extremamente preocupadas com a gestão ambiental, provavelmente, irão começar com um SGA. Porém o que ocorre com mais freqüência, é de fato ter como primeira certificação o SGQ, pois esse é o que atingi maneira mais rápida, significativa e direta os resultados da organização, logo o que pode-se ver atualmente no mercado nacional é que, quase 90% das empresas iniciaram se SGI através de SGQ, e que 68% possui o SIG composto por SGQ e SGA, 27% possuem SGQ, SGA e SGS, e apenas 5% possuem SGA e SGS.

Os exemplos são vários:

  • Objetivos do SIG: minimizar o uso de recursos; garantir o alinhamento dos objetivos dos sistemas SGA, SGQ e SGS;
  • Entradas do SIG: são os requisitos das 5 partes interessadas e os requisitos de capacidade;
  • Saídas do SIG: produtos e processos que conduzam aos objetivos específicos e gerais do sistema;
  • Retroalimentação do SIG: são os resultados obtidos através da utilização do SIG em relação os seus objetivos;
  • Fronteira do SIG: abrange toda a força de trabalho e todos os produtos e processos relativos a estes. Na parte do SGA a fronteira deve abranger todo o ciclo de vida do produto, mas isso nem sempre é possível (viável);
  • Ambiente do SIG: É tudo com que o SIG estar interagindo;
  • Restrições do SIG: podem ser recursos para implantação, prazo para atingir os objetivos, requisitos legais, marca de conformidade obrigatória (associado ao SGQ), entre outras específicas à empresa.

A maneira de implantar um SGI depende de cada empresa em particular (não há uma receita mágica), ou seja, de sua cultura, de seu estado atual e de outros diversos fatores. Para empresas que pensam que colocar os manuais de SG diversos juntos é integrar, podem ter certeza que as mesmas vão apreender da pior maneira possível, ou seja, com a vida em um mercado extremamente competitivo, o qual não aceita erros.

Três estratégias bases que podem ser adaptadas aos diversos tipos de empresas, são:

  • 1 – introduzir simultaneamente as normas;
  • 2 – introduzir a norma ISO 9001 e depois a ISO 14001, usando a estrutura da norma ISO 9001 e os itens semelhantes identificados entre os dois padrões;
  • 3 – introduzir a norma ISO 14001 e depois a ISO 9001, da mesma maneira da segunda estratégia;

Nas estratégias 2 e 3 a empresa precisa ter habilidade e organização para poder convergir os objetivos da qualidade e do ambiente dentro do SIG. A terceira estratégia tem a vantagem de mostrar aos empregados com maior facilidade que suas atividades têm implicações em ambos os objetivos (qualidade e ambiente). Como pode-se perceber não existe uma estratégia melhor, mas sim a mais adequada à dada empresa.

Vantagens: promover redução de custo, pois melhora o gerenciamento de informações e RH; conduzir a uma maior padronização das metodologias de gerenciamento; diminuir a quantidade de documentos; redução do tempo de treinamento; reduz o impacto em atividades de manufatura; simplifica e racionaliza as informações e seus arquivamentos; melhoria no desenvolvimento e transferência de tecnologia; motiva os recursos humanos e minimiza os conflitos entre funções; reduz o número de auditorias; melhora a relação consumidor/empresa e promove a imagem positiva frente a comunidade e ao mercado; redução de erros e re-trabalho; entre outros.

Desvantagens: harmonização insuficiente do SGQ (ISO 9001) e do SGA (ISO 14001); os clientes são percebidos diferentemente entre, para o SGQ, os clientes são os indivíduos que compram o produto ou serviço, para o SGA, os clientes são o público geral, as comunidades locais e o governo; os interesses a respeito do ambiente são mais homogêneos internamente e externamente do que os interesses a respeito da melhoria da qualidade do produto; conflitos entre funções, pois os trabalhadores também são interessados no SGA como membros da comunidade local; métodos de gerenciamento operacionais diferentes, gerenciamento de projetos no SGA versus o gerenciamento de processos no SGQ.

OBS: O SIG pode ser estruturado a partir de diversos conceitos com através do conceito de PDCA, a escolha do conceito a ser utilizado pode ser devida a diversos fatores como a difusão de dado conselho na organização. Através do PDCA, buscam-se as atividades em comuns entre os diversos PDCA’s e tenta ao máximo elimina-las, ou seja, não fazê-la duas vezes.

Classificação dos Sistemas:

  • Quanto ao grau de certeza das saídas: determinístico; probabilístico; aleatórios;
  • Quanto ao grau de interação com o ambiente: fechados (não interagem); abertos (interagem);
  • Quanto a participação do homem na concepção do sistema: natural; artificial;
  • Quanto aos tipos de componentes do sistema: concretos; abstratos (composto por idéias, procedimentos);
  • Quanto à participação do homem no sistema: homem; máquina (sistema composto basicamente por máquinas); homem/máquina;
  • Criação de cursos com a duração de seis semestres letivos;
  • Quanto à capacidade de adaptar-se às mudanças do ambiente e modificar este: adaptativos; não adaptativos;
  • Quanto a quantidade de subsistemas e interações: simples; complexo.

A partir dessas informações classifica-se um SIG como um sistema probabilístico, aberto, artificial, abstrato, homem/máquina, adaptativo e complexo.

 

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